| 9 de maio 10:30 | Exposição “Prisma – Do Douro ao Porto” - Museu do Vinho do Porto - Museu do Porto A origem do vinho do Porto surge de uma conjugação geográfica, social, histórica e económica invulgar e complexa, onde realidades urbanas e rurais se intercetaram, e da natureza rica e diversa do Douro, representada nesta exposição pela luz branca que, ao embater no prisma humano, é processada e interpretada, gerando um espectro de cores imenso. Tudo isto desaguou numa cultura de contrastes multifacetada e de infinitas possibilidades. Nesta viagem do Douro ao Porto descreve-se de forma simples os três momentos de feitura do vinho, sob perspetivas micro e macro, e a cultura que cada um deles originou: a Cultura da Terra, do Vinho e do Tempo. (20 participantes) |
| 9 de maio 10:30 | Mosteiro de São Dinis e São Bernardo de Odivelas (Lisboa) Conheça este belo mosteiro fundado por El-Rei D. Dinis, em finais do séc. XIII, (1295), na sua Quinta de Vale de Flores, em Odivelas, construído entre 1295 e 1305. Várias hipóteses foram levantadas para a sua edificação, existindo uma lenda sobre um ataque de um urso ao rei aquando de uma caçada perto de Beja. São apontadas outras motivações, que incidem em questões de afirmação e valorização do poder régio. O Mosteiro foi doado às monjas Bernardas da Ordem de Cister. De estilo Gótico Primitivo cisterciense, foi edificado de acordo com o modelo estabelecido pelo reformador da Ordem, São Bernardo de Claraval, Abade, Dr. da Igreja e mentor espiritual da Ordem de Cister.
(20 participantes) |
| 16 de maio 10:00 | Núcleo Museológico do Posto de Comando do Movimento das Forças Armadas (Pontinha - Lisboa) Visite este espaço ligado aos acontecimentos que marcaram a história do nosso país, localizado nas instalações do Quartel da Pontinha. Foi aqui que, de 24 a 26 de abril de 1974, estiveram reunidos os oficiais que comandaram todas as operações da Revolução do 25 de abril. O Posto de Comando está classificado como Monumento Nacional pelo Decreto-Lei n.º 21/2015, de 23 de outubro, diploma que refere que o edifício «(…) conserva evidente valor histórico e memorial, e elevado conteúdo simbólico» e indica que a classificação do edifício do Posto de Comando do MFA teve em conta o «(…) interesse do bem como testemunho notável de vivências ou factos históricos e à sua extensão e ao que nela se reflete do ponto de vista da memória coletiva.»
(24 participantes) |
| 16 de maio 10:30 | Percurso fotográfico pela Baixa Pombalina - Arquivo Municipal de Lisboa (Lisboa) Tendo como referência as fotografias do Arquivo Municipal de Lisboa desta zona da cidade, partimos para a rua e vamos fotografar Lisboa. Aproveitamos a lentidão necessária quando fotografamos a cidade para aprofundar o nosso olhar e refletir: A cidade sempre foi assim? O desenho desta rua, os carros no estacionamento, as pedras da calçada e os fios da eletricidade, os aviões que nos sobrevoam e as montras das lojas, sempre aqui estiveram? Com o pretexto de obter fotografias da cidade na mesma perspetiva daquelas que estão no acervo do Arquivo Municipal de Lisboa, partimos à descoberta dos sinais da passagem do tempo nas paredes e ruas que nos rodeiam. Este percurso inclui uma breve contextualização histórica e geográfica, bem como a exploração de algumas técnicas de fotografia. - O percurso começa no Campo das Cebolas e termina na Praça da Figueira, demorando cerca de 1h30 a 2h00.
- Lembramos que é essencial trazer máquina fotográfica ou telemóvel para a captação de imagens.
- Calçado confortável.
(20 participantes)
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| 16 de maio 14:30 | Casa Marta Ortigão Sampaio - Museu do Porto (Porto) Conheça este edifício modernista de 1958, onde se encontra a Casa Marta Ortigão Sampaio, desenhado por José Carlos Loureiro. Marta Ortigão Sampaio (1897-1978), filha de Estela de Sousa e Vasco Ortigão Sampaio, sobrinho de Ramalho Ortigão e célebre colecionador e mecenas portuense, era sobrinha materna das pintoras Aurélia de Sousa e Sofia de Sousa e nasceu num contexto privilegiado, convivendo desde cedo com a prática artística. O espaço evoca o ambiente que rodeou a vida desta família da burguesia portuense, apresentando coleções de pintura, joias, uma biblioteca especializada em livros de arte, peças de mobiliário de influência francesa, inglesa e indo-portuguesa e outras peças de arte decorativas.
(20 participantes) |
| 24 de maio 11:00 | Sé Velha de Coimbra / Catedral de Santa Maria de Coimbra (Coimbra) Venha conhecer este monumento em que o edifício atual data da segunda metade do século XII, com projeto do francês Mestre Roberto seguindo a segunda fase do estilo românico coimbrão. O exterior é robusto, simétrico, com escassas aberturas e coroamento de ameias, com um portal decorado sob clara influência islâmica, a “Porta Especiosa”, do mestre João de Ruão, com uma elegante decoração renascentista. No interior, destaque especial para o retábulo da capela-mor, o claustro, iniciado em 1218, a primeira experiência gótica em Portugal, as três naves e cinco tramos, com transepto (parte da igreja que atravessa perpendicularmente o seu corpo principal perto do coro, que dá ao edifício a sua planta em cruz latina) pouco desenvolvido.
(29 participantes) |
| 24 de maio 11:00 | Aqueduto das Águas Livres (Lisboa) Venha fazer a travessia exterior do Vale de Alcântara a Campolide e conhecer este aqueduto construído entre 1731 e 1799, por determinação régia, constituindo um vasto sistema de captação e transporte de água, por via gravítica. Classificado como Monumento Nacional desde 1910 é considerado uma obra notável da engenharia hidráulica. A concretização desta obra implicou o recurso às nascentes de água das Águas Livres integradas na bacia hidrográfica da serra de Sintra, na zona de Belas, a noroeste de Lisboa. O trajeto escolhido coincidia, em linhas gerais, com o percurso do antigo aqueduto romano. No total, o sistema do Aqueduto das Águas Livres, dentro e fora de Lisboa, atingia cerca de 58 km de extensão em meados do século XIX, tendo as suas águas deixado de ser aproveitadas para consumo humano a partir da década de 60, do século XX. A extraordinária arcaria do vale de Alcântara, numa extensão de 941 m, é composta por 35 arcos, incluindo, entre estes, o maior arco em ogiva, em pedra, do mundo, com 65,29 m de altura e 28,86 m de largura.
(20 participantes) |
| 30 de maio 10:30 | Exposição "Toma! 150 anos de Zés Povinhos" - Museu Bordalo Pinheiro (Lisboa) Conheça mais sobre o Zé Povinho que foi criado por Rafael Bordalo Pinheiro no dia 12 de junho de 1875, nas páginas centrais do seu jornal A Lanterna Mágica, e hoje, passados 150 anos sobre o seu nascimento, o Zé continua tão presente no nosso quotidiano como nesse, ganhando um lugar no nosso imaginário como símbolo do povo português. O sucesso do Zé Povinho não se mede só pela sua longevidade, mas também pela multiplicidade de apropriações que sofreu. Em primeiro lugar por outros caricaturistas, mas depressa saltou das páginas dos jornais humorísticos para outros ambientes e suportes: subiu aos palcos dos teatros, foi modelado por ceramistas populares a fazer o manguito em divertidos objetos, desenhado em cartazes publicitários e de propaganda política, usado em selos de correio, marcas comerciais, capas de jornais, chegando a ser mascote da seleção nacional de futebol e a dar nome a um projeto automóvel popular de baixo custo. Vamos acompanhar este percurso, sem esquecer o original e genial Zé Povinho bordaliano que deu origem a esta história.
(25 participantes) |